Sou um poeta sem caneta, um crente sem certeza, sincero sem verdades. Sem dúvida, vivo dividido entre "ou(s)", indeléveis a minha vida. Diria essa é minha essência e seus efeitos são percebidos no meu "eu". Sim, tenho várias inseguranças, medos, dúvidas; mas vivo nesse delicado equilíbrio a buscar uma "autocoerência" que traz um pouco de paz à inquietude de viver.
Qual coerência? A auto-coerência ou a convicção das ciências, mutáveis com o tempo?
ResponderExcluirConcordo. Por isso nos obrigamos a ser incoerentes ou solitários o tempo todo. Prefiro a segunda opção.
ResponderExcluirÉ melhor ficar do lado de um homem cagando do que de um com uma foice.
Não sei qual comentário foi mais desprovido de sentido...
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