OBS: Não necessariamente concordo com as duas mensagens.
domingo, 19 de julho de 2009
A Mulher Invisível
A quantidade enorme de publicidade convenceu-me a assistir o último sucesso de bilheteria:"A Mulher Invisível". O filme não é ruim; mas tampouco vai marcar minha vida. Assim como os filmes da era da EMBRAFILME, existe apelo às curvas da Luana Piovani; entretanto, esse detalhe não tira sua moral filosófica. Entre piadas forçadas, percebi duas possíveis mensagens, que não são excludentes. A primeira é que até mesmo a mais perfeita das mulheres perde o adjetivo depois que o relacionamento acaba; simplificando nas palavras do 4˚ secretário Formiga "Se fosse boa não era ex". A segunda moral é: melhor sair com a Maria Manoella visível do que com a Piovani invisível; em outras palavras qual é a graça de sair com uma "top" se não é possível mostrar para os amigos.
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A ressalva de que você não concorda, ponho em xeque.
ResponderExcluirEsqueceu de uma terceira moral... Nunca apresente sua mulher para os amigos, eles te provarão que a mulher que vc enxerga não existe...
Para não parecer muito bronco no comentário acima:
ResponderExcluirAos olhos de um homem apaixonado, sua mulher é um x-princesa
Eu achei o filme uma bosta. Tirando a cena da boate, de puro humor físico, nada tem de mais no filme. Não tinha captado essa mensagem, mas me pareceu interessante.
ResponderExcluirAos olhos de um cartesiano, Bethoven é chiclete com banana.
ResponderExcluirhehe
Voltei! Caros Amigos! Desculpem a minha ausência!
ResponderExcluirAbraços