domingo, 19 de julho de 2009

A Mulher Invisível

A quantidade enorme de publicidade convenceu-me a assistir o último sucesso de bilheteria:"A Mulher Invisível". O filme não é ruim; mas tampouco vai marcar minha vida. Assim como os filmes da era da EMBRAFILME, existe apelo às curvas da Luana Piovani; entretanto, esse detalhe não tira sua moral filosófica. Entre piadas forçadas, percebi duas possíveis mensagens, que não são excludentes. A primeira é que até mesmo a mais perfeita das mulheres perde o adjetivo depois que o relacionamento acaba; simplificando nas palavras do 4˚ secretário Formiga "Se fosse boa não era ex". A segunda moral é: melhor sair com a Maria Manoella visível do que com a Piovani invisível; em outras palavras qual é a graça de sair com uma "top" se não é possível mostrar para os amigos.


OBS: Não necessariamente concordo com as duas mensagens.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Perdoar não é olvidar!

Forgive your enemies, but never forget their names.

domingo, 17 de maio de 2009

Viver

"La vida que es, ante todo, lo que podemos ser, vida posible, es también, y por lo mismo, decidir entre las posibilidades lo que en efecto vamos a ser. (...) Nuestro mundo es la dimensión de fatalidad que integra nuestra vida. Pero esta fatalidad vital no se parece la mecânica. No somos disparados sobre la existencia como la bala de un fusil, cuya trayectoria está absolutamente predeterminada. La fatalidad em que caemos al caer en este mundo- el mundo es siempre éste, éste ahora- consiste en todo lo contrario. En vez de imponernos una trayectoria, nos impone varias y, consecuentemente, nos fuerza... a eligir.¡ Sorprendente condición la nuestra vida!"
"Vivir es sentirse fatalmente forzado a ejercitar la libertad, a decidir lo que vamos a ser en este mundo" . (Ortega y Gasset; La Rebelión de las Masas)

domingo, 10 de maio de 2009

"Estou me lixando para opinião pública"

Sérgio Moraes, deputado federal pelo RS, diz: "Estou me lixando para opinião pública". A mídia, instantaneamente, faz dura críticas ao deputado,além de fazer acusações sobre a integridade do tal. Não debato seu caráter e integridade; entretanto, a imprensa ao atacar o condena antes que a justiça o faça.
Basicamente a mídia expressou duas posturas em relação à declaração. Alguns tomaram a declaração como o deputado estivesse dizendo estou me lixando para o povo. Outros compreendem que o deputado não se referia ao povo, sim a mídia; mas ao fazer isso questionam o sistema eleitoral brasileiro, que permite que deputados que não se pautam pelo os valores da mídia sejam eleitos. Essas diferentes postura é resultado ou da ignorância sobre qual é o significado de opinião pública ou da arrogância desses comentaristas.
Para mim fica claro que o deputado se referia a mídia e não ao povo. E essa minha crença leva-me a refletir sobre a mídia no Brasil. Nosso sistema de rádio e televisão foram montados durante regimes autoritários e após a redemocratização nenhuma grande transformação foi feita nesse setor. A concentração fundiária é pequena caso compararmos a concentração dos meios de comunicação, é um absurdo, diria até incompatível ao ideal democrático a concentração que ocorre no Brasil.
No Brasil existe "a opinião pública", enquanto na verdade deveria existir "as opiniões públicas". A mídia ao invés de criticar o eleitor que elege um político que possui valores distintos dela, deveria se perguntar quais razões que levaram esse eleitor a não ter um veículo de comunicação. Logo diria não é o deputado que se lixa para opinão pública, mas sim a mídia que defende uma das opiniões públicas, crendo que essa seja una.