OBS: Não necessariamente concordo com as duas mensagens.
domingo, 19 de julho de 2009
A Mulher Invisível
A quantidade enorme de publicidade convenceu-me a assistir o último sucesso de bilheteria:"A Mulher Invisível". O filme não é ruim; mas tampouco vai marcar minha vida. Assim como os filmes da era da EMBRAFILME, existe apelo às curvas da Luana Piovani; entretanto, esse detalhe não tira sua moral filosófica. Entre piadas forçadas, percebi duas possíveis mensagens, que não são excludentes. A primeira é que até mesmo a mais perfeita das mulheres perde o adjetivo depois que o relacionamento acaba; simplificando nas palavras do 4˚ secretário Formiga "Se fosse boa não era ex". A segunda moral é: melhor sair com a Maria Manoella visível do que com a Piovani invisível; em outras palavras qual é a graça de sair com uma "top" se não é possível mostrar para os amigos.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
Viver
"Vivir es sentirse fatalmente forzado a ejercitar la libertad, a decidir lo que vamos a ser en este mundo" . (Ortega y Gasset; La Rebelión de las Masas)
domingo, 10 de maio de 2009
"Estou me lixando para opinião pública"
Sérgio Moraes, deputado federal pelo RS, diz: "Estou me lixando para opinião pública". A mídia, instantaneamente, faz dura críticas ao deputado,além de fazer acusações sobre a integridade do tal. Não debato seu caráter e integridade; entretanto, a imprensa ao atacar o condena antes que a justiça o faça.
Basicamente a mídia expressou duas posturas em relação à declaração. Alguns tomaram a declaração como o deputado estivesse dizendo estou me lixando para o povo. Outros compreendem que o deputado não se referia ao povo, sim a mídia; mas ao fazer isso questionam o sistema eleitoral brasileiro, que permite que deputados que não se pautam pelo os valores da mídia sejam eleitos. Essas diferentes postura é resultado ou da ignorância sobre qual é o significado de opinião pública ou da arrogância desses comentaristas.
Para mim fica claro que o deputado se referia a mídia e não ao povo. E essa minha crença leva-me a refletir sobre a mídia no Brasil. Nosso sistema de rádio e televisão foram montados durante regimes autoritários e após a redemocratização nenhuma grande transformação foi feita nesse setor. A concentração fundiária é pequena caso compararmos a concentração dos meios de comunicação, é um absurdo, diria até incompatível ao ideal democrático a concentração que ocorre no Brasil.
No Brasil existe "a opinião pública", enquanto na verdade deveria existir "as opiniões públicas". A mídia ao invés de criticar o eleitor que elege um político que possui valores distintos dela, deveria se perguntar quais razões que levaram esse eleitor a não ter um veículo de comunicação. Logo diria não é o deputado que se lixa para opinão pública, mas sim a mídia que defende uma das opiniões públicas, crendo que essa seja una.
Basicamente a mídia expressou duas posturas em relação à declaração. Alguns tomaram a declaração como o deputado estivesse dizendo estou me lixando para o povo. Outros compreendem que o deputado não se referia ao povo, sim a mídia; mas ao fazer isso questionam o sistema eleitoral brasileiro, que permite que deputados que não se pautam pelo os valores da mídia sejam eleitos. Essas diferentes postura é resultado ou da ignorância sobre qual é o significado de opinião pública ou da arrogância desses comentaristas.
Para mim fica claro que o deputado se referia a mídia e não ao povo. E essa minha crença leva-me a refletir sobre a mídia no Brasil. Nosso sistema de rádio e televisão foram montados durante regimes autoritários e após a redemocratização nenhuma grande transformação foi feita nesse setor. A concentração fundiária é pequena caso compararmos a concentração dos meios de comunicação, é um absurdo, diria até incompatível ao ideal democrático a concentração que ocorre no Brasil.
No Brasil existe "a opinião pública", enquanto na verdade deveria existir "as opiniões públicas". A mídia ao invés de criticar o eleitor que elege um político que possui valores distintos dela, deveria se perguntar quais razões que levaram esse eleitor a não ter um veículo de comunicação. Logo diria não é o deputado que se lixa para opinão pública, mas sim a mídia que defende uma das opiniões públicas, crendo que essa seja una.
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